sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Como Escrevemos?

Antigas letras do alfabeto grego pintadas num vaso.
Alphabet grec peint sur la panse d'une coupe attique à figures noires.
Musée archéologique national, Athènes, n°9146.


Tudo o que escrevemos são letras, que unidas formam palavras, que por sua vez, unidas a outras palavras, formam frases/sentenças. Assim, o que lemos e escrevemos faz sentido.

Todo mundo sabe que a reunião das "letrinhas" chama-se alfabeto.

O alfabeto grego é o mais antigo alfabeto conhecido a fazer uso de sinais para a representação das vogais.


Α αΒ β ϐΓ γΔ δΕ εΖ ζΗ ηΘ θ ϑΙ ιΚ κΛ λΜ μ

Ν νΞ ξΟ οΠ πΡ ρΣ σ ς ϲΤ τΥ υΦ φΧ χΨ ψΩ W ω

ALFABETO: Alfabeto é uma palavra de origem grega (alphabetos), através do latim (alphabetum), constituída pelas duas primeiras letras do alfabeto grego (alfa e beta, correspondentes às nossas letras A e B, respectivamente), e significa um conjunto de letras usadas para escrever. (fonte: Wikipedia)

2 Comments:

Menina Boneca said...

Oi bonekinha, vim te fazer uma visitinha, e ver as novidades.
Adorei seu post de hoje.Parabens!

Te ofereço meu award e te convido a participar do meu Destaque (menu),Te espero linda..

BJka smill

Anônimo said...

Todas as palavras tem vida




Encruzilhada sem norte.
Patíbulo de abrilesca perversidade
E de lusa morte.
Em toda a universalidade.
Meu Portugal adormecido.
Outrora, longe Portugalizas-te
E o mar deste por vencido
Nos oceanos que navegas-te.
Na aventura da universal continuação
O nome de Cristo evangelizas-te
Em divina oração
No novo mundo em que aproas-te.
Lusa caravela
Na Mão de Cristo velejas-te.
Caravela Portuguesa de alva vela.
Tão longe chegas-te!
Portugal, hoje, não mais és merecido.
Nesta politicagem abrilesca que nos legas-te.
Gentalha de mando enraivecido
E de lusa maldição e prevaricação.
Comando embrutecido
Sem nacional coração.
O qual, transformou Portugal em país súbdito
Na força do abrilesco parricídio.
Abrilesco maldito.
Espada mortal de internacional subsidio.
Do mal e da traição aliada.
Força de nacional suicídio.
Aonde, todo o mundo, quer comer do mana Lusíada.
Minar feitos de antanho.
Ver a Lusa gente sitiada.
Usurpar a Lusa glória e conhecimento ganho
De quem o mar deu por navegado
Para além do horizonte brumoso.
E na Fé de Cristo se viu chegado
Após feito tão famoso.
Tantos feitos, glórias e alcançados.
Sempre ao mundo motivou traiçoeiras emulações.
Mas só os Portugueses! Foram por Deus Abençoados.
A abraçar a glória das oceânicas navegações.
Abril, corda e patíbulo do Luso enforcamento.
Negação de heróicas gerações.
Por Deus! Não tendes salvamento.
Sois o espúrio das Lusas universais convicções
A tenaz de quem não cria próprio sustento.
Abril sem calendário.
Sem pai! Sem mãe! Sem Pátria! Sem Criador!
Concretizaste o sonho do salafrário.
Serás aos olhos do mundo e de Deus, sempre um pecador.
A capa de negro fadário.
Mas um dia! Vira o Abril verdadeiro!
Para servir a Pátria e a população.
A honrar o passado de heroísmo!
E a viver na Lusa convicção dos heróis desta Nação.
Que, a construíram e preservaram com fé e estoicismo.
Da internacional cobiça e satânica danação.
Tu, abrilesco, não passas-te de um lacaio cobiçeiro.
Agitador da Lusa desolação.
Serviçal obsequioso de estado traiçoeiro.
Abril, de longe, já vêem as maléficas interferências.
Desde o mapa cor de rosa.
A internacional ambição, tenta forçar nacionais ingerências
Com diplomática prosa.
Até Napoleão, enviou os seus exércitos.
E os bretões, os seus militares.
Em autentico rega bofe de roubos e ilícitos.
Todos querem construir os seus satânicos altares.
Para melhor roubarem e matarem.
Politicas de satânicos avatares.
Sem universais asas para no mundo vingarem.
Muitas foram as traições encobertas em diplomacias.
Mas Portugal, sem o caseiro Abril, sempre se defendeu.
Na constância das Lusas instâncias.
E no respeito de antanho, sempre resistiu, nunca se rendeu!
Goa, Damão e Diu foram perdidos.
Na força de cobardes interesses internacionais.
Mas na história não restam esquecidos.
Depois de tantos laços emocionais.
No correr à tresloucada e traiçoeira ambição.
Começam as forças satânicas a minar o proletariado.
Mas cedo, aprendem a lição.
Pois no trabalhador, não encontram forte aliado.
Assim, viram-se para a classe estudantil.
Força académica a todas as ideias sempre febril.
Mas, de responsabilidade infantil.
Sem força para fazer vingar o internacionalista Abril.
Nesta confusão.
Só à que, minar as tropas então descontentes.
Para continuarem com a falaciosa e traiçoeira ilusão.
Assim, as tropas que, em Africa não querem ser combatentes.
Ou se sentem malquistas.
Devido às novas directrizes de carreira e compatibilidade.
Imediatamente alinham nas abrilescas lista.
Não mais à militar nacional fidelidade.
Avassalam pelo país, vergonhosos espectáculos.
Armas da criminalidade e nacional infelicidade.
Na força e ignominia de falsos oráculos.
Que, logo se armam em libertadores.
E para Lisboa, vêem de investida
Com canhões e tambores.
Para as satânicas nocivas arremetidas.
Depois de os soldados insurreccionarem
À vontade das suas indisciplinadas desditas.
Os generais, ficam em casa, a ver as tropas a passarem.
O pré, sempre vira, de qualquer bandeira.
Basta o vencedor aclamarem.
Para continuarem na senhorial militar cadeira.
Com esta derrocada militaresca.
Vão-se as ultramarinas províncias.
Lauta e à muito desejada pesca.
De traiçoeiras conveniências .
Nestas andanças.
Instituí-se no país novas ideias politicas.
À que, abastar a outras panças.
São outras as nacionais éticas.
Nestas novas forças politicas de irresponsáveis.
De ultrajantes administrativas praticas.
Em conteúdos inestrincáveis
E fantasmagóricas populacionais abluções
De ideias abomináveis.
Sem humanas nem nacionais soluções.
As novas panças mandantes.
No exercício a internacionais mereceres.
Nada deixam como dantes.
E na força dos traiçoeiros deveres
Para as províncias ultramarinas
Logo escolhem novos proprietários.
Enquanto se enrola a bandeira das cinco quinas.
Traiçoeiros mandatários.
Só pensais na pessoal mordomia.
Da Nação não tendes a mínima concepção.
Viveis em obnóxia e aleivosa bonomia.
Sois do mal a criadora opção.
Hidra pestífera e mercenária.
Trazes ao bem fraudulenta interrupção
De forma sanguinária.
Estes abrilescos políticos.
Mal sobem à mandatária cadeira.
Em berros coléricos.
Retiram a pestilenta pólvora das cartucheiras
E, em mafiosas exortações
Estiolam as populações até então ordeiras.
Com falsas acusações.
Originando o nacional separatismo.
Motivador de abomináveis admoestações.
É o principio do nacional abismo.
É a luta das barricadas
Sem o conhecer das ideologias.
É o politicar das burricadas
Em alienadas orgias.
De políticos interesseiros saneamentos.
Com fins calculistas
A ambiciosos emolumentos.
Não há na praça políticos estadistas.
É um ignominioso correr ao privilégio
Dos políticos da inverdade.
Nação, vives desventurado sacrilégio.
Nesta politica de criminalidade.
Aonde os políticos, vociferam de ontem mal dizeres.
E entre eles, digladiam-se com acusações criminosas.
Sem à Pátria, darem melhores afazeres.
Não passam de políticos aviltantes, em mentes invejosas.
Que a tudo cedem, só para serem governo.
Sem verem que, delapidam o de outros trabalhar.
É o nacional inferno.
São as fogueiras de Satanás a brilhar.
São os políticos a parabenisar-se.
A esbanjar ordenados e reformas.
No legado de outros a endeusar-se.
Cedo cairá esta falaciosa abundância.
Pois, ninguém gera nacional riqueza
Neste viver de ignorância
E nacional fraqueza.
A caminhar para o horizonte de lamentos.
Da negação dos anteriores auferidos.
Que trará o dia dos fraccionamentos.
E os bens conseguidos serão perdidos.
Só os políticos e seus cúmplices.
Terão fartos emolumentos.
Com a coadjuvação de infindas pulhices.
Expressas em interesseiros políticos comportamentos.
Perdeu-se o cavalgar em alados cavalos.
Para passarmos a carregar os burros.
Assim, caiem os falos.
Entre coices e urros.
Até os militares são detidos
E pelas chefias abandonados.
Quando defendem comuns bens adquiridos.
País de enganados.
Abrilada dos biltres da injúria.
Sois das caravelas à negação.
A animalesca fúria.
À Lusa condenação.
Mesquinho comando.
Que se insurrecciona contra artigo militar.
De novas oportunidades e mando.
Criando ambiente de indignação
Na caserna da oficialidade.
A qual, não vê a condição da Nação.
Nem se lembra do juramento de fidelidade.
Insurreição a pessoais galões.
Não há companheirismo nem solidariedade.
Só se corre a pessoais galardões.
Negando o que oficializa a oficial equiparação.
Esquecendo o brioso militar nobilitar.
Do servir a Pátria com abnegação.
É dificultar o possibilitar.
Do continuar da Nação em aclamação.
Traiçoeiro estrelado de engalanados.
Tropas do debilitar.
Academia de malvados.
Sem brio militar.
Sois a nacional desonra.
Não mereceis o universalista império.
Criado com abnegação heroísmo e honra.
Sois os galões do vitupério.
Desta Nação universalizada.
Na vontade da Santíssima divindade
E na constância à longínqua cruzada.
Dos heróicos homens da verdadeira nacionalidade.
Que nos deu ao longínquo chegados
No divino crescimento da humanidade.
Depois de tantos mares navegados
No terreno patamar planetário.
O qual, na divina graça o cosmos atravessa
Em sulcar temerário.
De Deus! Criativa promessa.
Na humana busca de promissora inteligência.
Que, dará à humanidade a libertadora igualdade
E a total abrangência.
Ao abarcar da verdadeira liberdade.
De fazer parte da planetária abundância
E universal prosperidade


Eduardo Dinis Henriques
Http:\\muitopioresqueosfilipes.blogspot.com